teremos impressões de espaço, ca da criação artística de espaço ferenciar sombras sensíveis. Para também erradas. A instrução na em "livingrooms" e escritórios. isto possa ser realizado, introduzi- arquitetura, deve dar ao estudante T experiências e per- T^TrtT^tcXlÂT™' ° as leis das cores e suas aplicações, - d ¦ * são anotad^s e estudo da superfície do vaso. capacitandoo desta maneira a £d j £ de suas Para 0 nosso intento, todavia, o criar, como um técnico, impressões prop0rções espaciais. Assim o estu- vaso não deve ser compreendido adequadas e belas de espaço, na ^^ se acostFuma associar estas como objeto decorativo, mas como arquitetura. imagens com figurações de espaço, a mera, a genuína revelação de uma * * * claras e definidas. Para o arquite- superfície plástica em luz. ..'..¦_ to, a aquisição desta habilidade é Ngo é no torno do oleiro que estes 0 método real desta instrução da maior importância, pois em seu vasos mais se evidenciam, mas sim consiste de duas tases: trabalho êle sempre associara a figu- quando apresentados como uma Na primeira o estudante é pro- ração de espaço com o seu desenho parede de argila, construída como movido à classe de artista como gráfico. na arquitetura, de baixo para cima. arquiteto. 4 — Depois desta introdução, a Este trabalho muitas vezes pro- E' dada a êle a percepção dos fase criadora pode ser dada. duz resultados magníficos. O jo- meios artísticos em arquitetura. E' Modelos transparentes são con- vem arquiteto pode ver, com os seus ensinado a êle o sentido de organi- feccionados de matéria plástica. próprios olhos, qual a correlação zação do objetivo arquitetural, nos Este meio pedagógico permite o es- entre o espaço interno e a manifes- seus aspetos prático e artístico; êle tudo do espaço em sua aparência - tação plástica exterior; sua super- pratica a execução real de organi- interior, côncava. Estes estudos de fície como o maravilhoso jogo de zação arquiteturais. O estudante é harmonias artísticas de espaços de- sombras. introduzido ás técnicas de constru- viam habilitar o estudante a com- ist0 afirmo eu é o verdadeiro ção como fatos, unicamente por pietar, mais tarde, a união artística curso 'de modelagem para arquite- meios empíricos. entre as salas internas e a massa tos. Depois da execução de três ou A ligação com o passado é con- global da construção. Êle pode quatro vasos, o estudante terá ad- seguida familiarizando-o com a observar esta maravilhosa conexão ouirido mais experiência em plás- mentalidade criativa de épocas an- em seus modelos transparentes, tica que jamais teria adquirido co- teriores, tal como o revela a histó- mostrando, simultaneamente, as piando fôrmas de gêsso. ria da arte aparências espaciais interna e ex- ' ' . . terna, da estrutura. . ¦ , .. , Na segunda fase, o jovem arqui- O movimento plástico geral da su- teto recebe sua instrução como ar- Estes estudos distinguem a velha nerfírie arauitefônica tista e é apresentado ao técnico. instrução de arquitetura, como de- P^jicie arquueiomca. ^, coração, da nova instrução pedago- Ele absorve a arquitetura como gjca de arquitetura, como espaço. Exercícios para o estudo da ar- arte e estuda as técnicas da estru- Resumindo: auitetura como movimento plástico tura como um ciência. das massas, exüressado pela sua su- 0 estudante adquire, em tempo perfície, são le~vados a efeito da se- surpreendentemente curto, a con- ^inte maneira: cepçao de espaço, com o fim de Interpretação da primeira fase adotá-la na arquitetura. As expe- O estudante constroe modelos de riências e estudos aqui descritos, cubos plásticos opacos, usando cha- I — INSTRUÇÃO DOS MEIOS AR- levam o estudante diretamente ao pas de gêsso. Desta maneira êle es- TÍSTICOS DA AROÜITETURA problema mais importante da ar- tá capacitado a harmonizar cada rnun wtam uwãrn crrDpn' quitetura como arte. O estudante um dos elementos plásticos de uma lumu òujam: bòFA^u, òUFbti- sente-se estimulado, porque êle construção, correlacionandio-os FÍCIE E CÔR. compreende muito bém o que se com o movimento geral das massas esuera dele, reconhece o alvo como expressado pela superfície arquite- Espaco em Arquitetura atingível. tônica. Tornando-se mestre nos meios A sensação de espaço pode ser Superfície em Arquitetura artísticos, pelos quais se governa o adquirida pelos seguintes meios rltm? das massas o estudante tem oíii.popinnaii * ' i t ¦ j j-í' ¦ consigo o poder de organizar toda educacionais. A aparência exterior do edifício construção em sua plasticidade 1 - A introdução à percepção de nos impressiona pelo movimento como uma harmonia artística, seja espaço, correspondendo à arquite- plástico ae sua superticie em luz. esta construcão uma fábrica, seja o tura, é obtida pela observação e Precisamos, por isso, ensinar: cristal de um arranha-céu. compreensão da natureza na sua . . ... . A . apresentação espacial. (Cristais, 1— A superfície arquitetônica; ,, . etC-) sua aparência em luz. A ornamentação plástica da super- 2 — São visitadas várias salas de 2 — O movimento plástico geral ficie arquitetônica. edifícios importantes e insignifi- da superfície arquitetônica. cantes devendo ser feita a sua ana- 3 — ^ ornamentação plástica da Afim de antecipar uma possível hse, e discussão das proporções es- superfície arquitetônica. recrudescência de ornamentação paciais. Suas proporções espaciais imitada, devíamos procurar es- sao observadas e suas dimensões sao t-hplpnpr nmo pnnmwpní-ãn orlo anotadas para futuras referências. A superfície arquitetônica; ^^ Ttureza da ve^adeira" 3 — Fazem-se experiências para sua aparência em luz. ornamentação. treinar a sensação de espaço como são apresentadas as seguintes ex- d^StilldadelrnLL ZITTe Jt^^JL^^^ * ^"^ estar, "living-rooms", escritórios, ^ttfL « Z * ã 11 er 6m 1-0 estudante não mais deveria etc- M&de í u^ftóomedqUuereaspT C0PÍar a ornamentação de tempos No hall ou no pátio da escola, pa- cie de material êle deverá utilizar antigos, nem de livros, nem de fôr. redes móveis, de material leve, são afim de produzir aquela impressão mas gesso. juntadas numa grande variedade de da superfície arquitetônica em luz, 2 — O estudante deveria estudar a combinações. Deste modo são cria- que corresponde à sua intenção história da arte e da decoração, não das várias expressões espaciais criativa. Por esta razão o estudante com vista à apreciação mas sim correspondendo à finaidade práti- tem de adquirir a habilidade de di- tendo em vista uma compreensão ACROPOLE yir; JUNHO 1947 T"0