1. O terreno de forma triangular, situado na esquina da Avenida Afonso Pena com a Rua Rio de Janeiro, indica uma solução que é a de procurar colocar-se a circulação vertical junto à "parede cega" do edifício e o conjunto de instalações sanitárias ventilado por meio de poço, afim de que todas as salas do edifício sejam voltadas para o exterior, aproveitando-se integralmente deste modo as faces do edifício dando para a rua. 2. O Arquiteto procurou maior equilíbrio na massa do edifício cortando o ângulo que dá para a Praça 7 em arco de círculo de forma côncava e colocando na parede apenas a porta principal do Banco, dignamente tratada e, bem acima, um emblema simbólico de artísticas proporções. A fachada da At. Aifonso Pena — assim como a que dá para a Rua Rio de Janeiro e o corte curvo acima mencionado são revestidos com mármore nacional de primeira qualidade. Na primeira fachada citada serão colocadas esquadrias do tipo guilhotina, iguais para todo o edifício, com ex-cepção dos andares destinados ao anfiteatro, cuja inclinação da platéia obriga a uma diferenciação externa. A fachada da Rua Rio de Janeiro, dando para o Poente, é idêntica em acabamento à primeira, porém foi estudada com uma proteção por meio de um sistema de "que-brasól" movei, /vertical, possivelmente em lâminas de cimento-amianto. 3. A circulação interna do Banco, que atinge até o 7.° pavimento, foi convenientemente isolada da circulação do públiclo em geral dentro do prédio, isto por facilidade e conveniência do próprio serviço, bancário. Porém a circulação do público do prédio com aquele que se destina exclusivamente ao Banco foi confundida proposital-mente. 4. Tratando-se de um prédio destinado em sua quasi totalidade a renda, foi ele projetado com a máxima altura permitida pela Prefeitura Municipal, procurando-se o maior rendimento de área útil nos