Uma das proposições tidas como com aberturas diagonais, com a pos novos com a cabeça e o cora- mais radicais — proposição euro- demolição dessa ou daquela fave- ção puros. Teremos que utilizar péia, não se esqueçam — consiste Ia. a linguagem de nossa época e nao em distribuir toda a população em Há transe cem anos Haussman soletrar palavras de línguas que ]a sitio* dP mn de meio hectar Essa ria quase cem anos naussman morreram. Teremos que guardar sítios ae um, ae meio neciar. nssa transformou Paris a golpes de sa- spnHHo ma* esrmecer os íssnec- descentrahzaçao modificaria a , diziam os seus cont°m- ? se°lld0- mas. «squecer os aspec nossa vida Hp cidatino converten- ' como atziam os »eus coni-iu t do $ |f t ontem. On- nossa viaa de ciaatino, converten poraneos. A nossa época exigira . no sentido de há cinco mil do-nos em campezinos mecaniza- ^ ;t ai violentas e mui- sentiao ae na cinco mu dos riara manter um eauilibrio eu- armas muito mais violentas e mui no sentldo de ontem mesmo, aos, para manter um equiiinrioeu mais udacla. Exigira, princi- Temos mie esauecer ios aanectos tre as ocupações rurais e indus- «almente aue se abandonem as iemos que esquecer ,os aspectos triais Fssp esauema aue seria a paimente, que se auanuouem as d Rockffeler Center. triais. £.sse esquema, que sei ia a. soluções à Haussman. completa e conscienciosa destrui- propósito, não mais será per- çao da idéia cidade, seria também, r.iitidA oLwpi- n mie diypm mie uma volta às doutrinas de Charles IDADE DE TRANSIÇÃO ^ní ceTctfuma autoridade Z-Founer que, em oposição ao s s- . ã dQ Rio; foi Noya York e 'Z^tX^I^enZSn- « sentimos a^arritmia ofegante, descobriu que.* 5.a Aventa não lLddeTrL\UmsaocLlPt SS SÍWa^Sá&Tàír SS SSE f^^SCãõ o mdlviduo enconW, maiors£ ?as Para emperrar. A autoridade tinha uma só arvore. Voltando, üsfâcão Par» essa vidT ele vía bem intencionada poderá em bre- proibiu que se plantassem arvores ulÇdescen^rafizaçlo dL sociedade! ™ realizar. nas avenidas novas e. mandou ar- e a preponderância da agricultura Já sentimos a pausa que precede ™nca.rá ^ tem arvores eotao não sobre a industria. aos grandes acontecimentos^ Apro- JjJ* ^^^Tenhuma mate De Fournier para cá, muitos teo- veitemos a pausa para estudar, ra- street norte.americana. Nã,0 têm ricos apareceram vendo na descen- cioci ar, p aneja . arvores para que possam ser lidos tralização o remédio para os males Esqueçamos, primeiro, todos os todos os letreiros comerciais, em da industrialização. Frank Lloyd compromissos e preconceitos. Lem- todas as direções. Mas a autori- Wright está com estes teoristas, ad- bremo-nos que a era que vai co- dade municipal em questão não mitindo que a sua Broadacre City meçar e que está começando, será soube que existe toda uma litera- tem o programa baseado nas idéias maior que todas as épocas já co- tura, onde americanos sensíveis e experiências de Ralf Borsodi. nhecidas pela humanidade. Todas analisam e apontam esse fenômeno Antigo economista, Borsodi reali- as expressões passadas deixarão, como uma das manifestações do zara o seu programa de descentra- ou já deixaram de ser expressões. que chamam "purse proud civili- lização ou, como chama, de distri- Convém lembrar, que mesmo no sation", que consideram em plena buição, por meio de unidades de passado, nenhuma grande época decomposição), pequenos proprietários e pequena copiou a precedente. Falando em produção mecanizada. As expe- termos de arquitetura, nunca hou- A nossa edificação será moder- riencias foram feitas em Dayton, ve renascença, no sentido de res- na, sem que para isso precisemos Ohio, depois Bayard Lane, N. Y. isurreição arqueológica. O que lutar, discutir, implorar. Termi- mas o próprio Wright afirma, cheio chamamos de renascença, foi uma nará o "laisser faire", que era no- de razão, que os pequenos reme- parada para o impulso do pulo bar- me dos direitos individuais, da se- dios não adiantam, só servindo pa- roCo. O capitei, o frontão foram leção biológica, da civilização do ra prolongarem artificialmente a colocados aqui e ali apenas para mais capaz, que arruinou, como fez vida das cidades, sem nenhuma es- qUe os potentados não se assustas- com o resto, todas as cidades do perança de cura. sem, que se sentissem tranqüiliza- mundo, o que é triste, e que muti- 0 ponto de vista oposto que dos e envaidecidos por verem nas lou o Rio de Janeiro, o que, para mantém que as cidades 'devem obras que encomendavam cs simbo- mim, é tristíssimo, transformar-se, mas nunca morre- ^ de eras tidas como de esplen- Eliminar o "laisser faire» não rpm pnnpnrda mi» n hompm rmn- dor. Brunelesco utilizou os quatro , f * ,.? . ° Idl?ser iaire nao rem, concoraa que o iiomem nun- ,. d pstndan- e totalitarismo. Os ingleses con- ca pode separar-se da natureza, anos que aisse ter passaao estudan- duiram ser isso uma necessidade não nodendo nnr ronsemiência fi- a!0 as rumas de Roma para, com ciuiram ser isso uma necessiaaae, nao podendo, por conseqüência, ti dioloma de especialista °m rui- explicando as razoes, ainda duran- carem as cidades como estão pre- ° alPloma de especialista em rui euerra numa coleção de mais sentemente nas romanas, convencer ao conse- LK d s^eiia, numa coieçao ue mais lho da cidade de Florença que lhe de dez volumes, que intitularam A cidade é mais do que um feno- deixassem fazer a catedral. Depois, "Planning for Freedom". meno contemporâneo e passageiro. constrói a cúpula famosa por pro- _, . .^ E' o produto de diversas culturas, cessos e de forma a que Os romã- Gabaritos e alargamentos de rua em diferentes períodos. A questão nos nem sequer sonharam. nao mailS sera° considerados pla- de sua vida ou de sua morte não nos de urbanismo. Arquitetura e pode ser resolvida simplesmente na Com a documentação científica- Urbanismo voltarão a ser uma coi- base das condições ou experiências mente organizada, com os proces- sa só. atuais. A CIDADE não pode ser s°s de divulgação mais eficientes à , „,i;!, , . , condenada à extinção por ter sido mao os responsáveis terão obriga- * 2 WH™1 I, - , .... .„ . , ¦ a i ¦ r Çao de se informar e de informar lsso Que herdamos, mas que nao m,í^ 1 í 3 lw± amplamente. Não terão mais des- funcionam mais, serão abandona- zaçao, ou porque a sua estrutura culpas para serem temperamentais, dos. Abandonaremos os traços do tornou-se impotente com o apare- ^ g » imperado- "caminho de burro", que foram os cimento de uma invenção mecam- res Também felizmente, nunca geradores das cidades. Redistri- ca como o automóvel. mais serão tgq podero.SOs. buiremos as populações, de forma Como Giedion, penso que a ins- rr. - -j ™ lue todos participem das "alegrias tituição cidade é inerente a qual- Terão que iSer esquecidos os com- essenciais». quer vida cultural, em qualquer pe- promissos e os preconceitos. E, de riodo. A grande cidade não pode permeio, as remimscencias dos li- Ja sentimos o interesse da maio- desaparecer, mas o seu estado vros de estampas e das viagens em ria pelas grandes realizações. Esse atual é inhumano, e tem que trans- comissão. é um dos prenuncios mais impor- formar-se. Nada adiantando os pa- Claro que o passado será sempre tantes da chegada dos tempos no- liativos, nem nada será conseguido a grande lição. Mas lição e nunca vos. Os grandes trabalhos serão com melhoramentos ou embeleza- gesso de copia de desenho figura- para a maioria, sendo indispensá- mentois, com alargamentos de ruas, do. Teremos que entrar nos tem- vel a participação da maioria. ACROPOLE - ^^ SETEMBRO. ~ 1948 1 üi?