•a com a área do contraste do am- pilares entre essas janelas: nestes Outro resultado da aberração biente e inversa da distancia ao casos o contraste pode chegar a ca- cromática, para aflorar apenas um centro do campo visual. Os espe- das centenas. As ardonias nas escolas assunto que está se tornando dia a cialistas contudo discordam quanto constituem outro problema. Con- dia mais interessante, é tornar dese^ a importância relativa destes fato- í,ud° pecaram agora surgindo javel que a côr da vizinhança ime. „. . ardonia verdes e amarelas em _. . . ., , res. Alguns dizem que superfícies , . diata seja parecida com a cor do vez de negras ou cinzas, consegum- bastante pequenas de alto contraste do.se CQm elas Umitar 0 contraste trabalho. Se o trabalho for bran- podem ser despercebidas. Outros Com as paredes adjacentes a um va- co então as cores adjacentes devem dizem que mesmo estas são preju- lor de 3:1 ou menos. estar na zona cinza-esverdeado- diciais, especialmente durante lon- amarelado. Talvez alguns especia- gos intervalos de tempos e que Côr listas permitissem maior contraste conservam suas capacidades noci- " na zona periférica quando tivermos vas até mesmo nos limites extre- Chegamos assim ao problema a certeza ^ue ° eixo visual nSo se" mos do campo visual. Outros che- ^a côr. Costuma ser considerada a ra desviado para os lados. Contu- gam mesmo a querer limitar os cõr Como estando exclusivamente do, qualquer contraste muito vivo contrastes dentro do ambiente e não dentro da alçada do arquiteto. entre cores, mesmo na periferia só do ambiente com o trabalho: não Quando o fim principal é a eficien- constituirá uma distração e portanto tanto talvez por razões da ótica cia visual (especialmente nos ca- exigirá dispendio de energia nervo- mais antes da psicologia, visto que sos de olhos em crescimento ou ga para a combater. a olho é atraido para o ambiente e com visão deficiente) as cores da o combater esta tendência provoca luz, do ambiente, e do trabalho de- Relação das luminosidades o cansaço. vem ser escolhidas tendo em vista superiores seus efeitos fisiológicos. Aqui tam- Quando a visão é ue muna im- bem acontece haver surpresas. A ... ... , i t j ,-u „~ ¦,_¦ Ha uma teoria, alias com mui- portancia e razoável conservar os lente do olho nao e acromatica co- ' . contrastes bem dentro dos limites mo a lente de uma maquina foto- tos adePtos> °iue Pretende sejam estabelecidos, especialmente aten- gráfica e assim cores diferentes fo- muito mais controlados as relações tando que, ao contrario das quês- calizam-se em planos diferente,;. de luminosidade superiores O li-, , , . • T í -i- £ -i i mitar a relação de luminosidade entoes com valores absolutos, nin- Isto verifica-se facilmente com «">•«" = ^ . ,,, • ± • u ¦ jo i tre apetrechos e teto a um valor guem poderá alegar que isto seja manchas iguaes das 3 cores: azul, , . * .,..,„,. ° , , i, ¦ . , u máximo de 20:1 tende de qualquer prejudicial. Neste caso será ne- amarelo e vermelho pintadas sobre ; . - -, , , . . -, , modo a impedir a utilização de lu- cessario assegurarmo-nos que as um mesmo fundo preto. *; . f . , , „„ zes embutidas viradas para baixo áreas circunvizmhas de 30 graus em . . , , . „ , . r^u j ou embutidas nas paredes, para lei- volta do eixo de visão nao estejam Observando-se as mesmas a -j :,.„.. ,• . ¦ . , „ . tura, mesmo que fosse conseguido em parte alguma iluminação mfe- uma distancia de uns 6 metros as ' \.. i,,, . , ,, ~ o controle do brilho refletido. O rior a 1/3 da iluminação do traba- manchas vermelhas iparecerao sa- * t . . , ideal da nova teoria e que toda a lho: e no campo visível, periferias lentes, as azues reentrantes e as SUDerficie SUDerior sei a de uma lu- a não menos aue 1/10 amarelas chatas. Sendo este o ca- superfície superior seja ae uma lu menos que 1/10. ^ & ^^ ^^ ^ ^ mlnosldade uniforme, como um ceu Igualmente a iluminação do causar cansaço visual por obrigar encoberto, sem descontinuidade de ambiente também não deverá ser o olho a focalizar simultaneamente áreas mais ou menos claras. Isto superior à do trabalho. as duas superficies aparentemente foi conseguido na iluminação artifi- diversas da ardonia e da parede ciai de quartos comuns pelo uso de No campo periférico não é sem- adjacente. Os melhores resulta- apetrechos especiaes de luz indire- pre possivel evitar áreas de alto dos foram obtidos com as ardonias ta taes como globos plásticos ou-de brilho visto que uma luz convenien- amarelo torrado com amarelo es- vidro, cavidades ou reentrancias: temente difusa é capaz de exigir verdeado. A luz azulada, embora apetrechos de tubos luminosos cir- uma área excessiva para que se fatigante, facilita a percepção de de- culares espelhados na parte infe- . . . . . talhes finos: para este fim são re- rior etc. Quando a forma do quar- §oScamCp0o°dCa"v!sãJí NoTntanto co* comendaveis as lâmpadas "luz do to o permite varias formas de ilu- mo os olhos são especialmente sen- dia" imitando a luz azul do ceu de minaçao indireta por fontes lumi- siveis ao brilho nas zonas inferio- uma janela exposta ao Sul (no nosas ocultas, tem produzido con- res da região periférica os valores Brasil) porem apenas para curtos dições visuaes de indiscutível qua- de iluminação dessas áreas nunca ?eri°dos de ^ h°ra- Pa™ outras lidade. Naturalmente, segundo es- devem atingir o valor do próprio condições, especialmente tratando- ta teoria, as partes superiores das trabalho. Luzes de teto e janelas se de crianças, a luz deve ser mais paredes devem possuir a mesma não deve exceder 10 vezes o mes- amarela, mais parecida com a luz luminosidade que o teto. Com in- mo valor- e o contraste entre fon- difusa do sol. Foi isto que fez sur- tensidades mais altas que 50 velas- tes luminosas e áreas logo adjacen- Sir os novos tons amarelados dos tu- pés, e sendo o teto baixo, encon- tes deve ser conservado dentro do bos florescentes parecidos com luz tram-se dificuldades na obtenção de máximo de 20:1. incandescente. E' provável que os uma transição suave até as áreas aperfeiçoamentos conseguidos para menos luminosas da parte inferior Estes valores são apenas limi- tornar a luz fluorescente mais pa- das paredes. Por outro lado, em tes a não serem excedidos, pois tem- recida com a luz solar venham a uma sala bastante comprida como se conseguido fazer muito melhor ter um resultado benéfico sobre a um grande escritório, por exemplo, do que isto. O erro mais comum visão. A tendência atual é para o teto prolonga-se para dentro do e mais grosseiro é o contraste exis- acentuar certos comprimentos de campo visual, necessitando ante vertente entre áreas de janelas e os onda. ticais para evitar o ofuscamento. As ACROPOLE i Q«-7 NOVEMBRO — 1949 1 ví X