tes econômicos e do sistema Isto posto, concluiremos inutilidades que transformam peculiar de família —, precisa que o preparo técnico poderá residências em museus anti- de conhecer quem são, como formar ótimos artífices, con- quados, empoeirados, boloren- viüem seus clientes, de onde cientes dos próprios recursos, tos, paraiso de termitas e bi- deduz um conceito. -Provindo não, porém, artistas que, além chos repugnantes — padroni- da concentração, o conceito fe- daqueles recursos, movem-se zados. Ao decorador concien- família —, precisa de conhecer por intuição, senso estético e te deve causar repulsa a ten- cunda as reservas da experiên- espírito criador. dência feminina de enfeitar, cia condicionadas pela teoria - . -•, , - embelezar com recursos subal- r Este espirito alcançara su- .„„___ ai , • .-• e prática — e nasce a idéia. ... ~ ¦ A ' ternos. A decoração e arte que blimacao quando as reservas „„„„•„*„ u Esta é a primeira fase do tra- , . ' .¦.•:. , . , consiste em criar harmonia, balho O correto para solução f lnconcient.e e ^-conciente Rsta harmonia ficará mutüada uuinu. kj cuu ziu, puiu soiucuo derem impulso a metamorfo- do problema, seria o arquiteto se da idéia em obra acabada. se constar de dispor, com mais vincular-se; temporariamente, É a escalada do artezanato à f men°S *#*•*"* mov™' às pessoas para quem vai tra- Arte; a ohra individual difun- fW§W.a* * esculturas no in- hnlhnr Terrn pnxpin rlp pcut pürques e cidades constante, constituindo jardim, quer cuidado profissional des- . ' • parque, com suas flores, arvo-dobra-se em fatores imponde- Nos pais.es avançados o redo e algum murmúrio de ráveis, complexos, entre eles o decorador-interior trabalha água, especialização do poisada psicologia, meio de apro- com ° arquiteto (para divisão gista-decorador. Evidentemen-fundar relações com eventuais de tarefas ou especialidades), te, sendo o ritmo elemento interessados no trabalho do ar- Poz*' falhas de um e outro po- abstrato, é emancipado (até quiteto-decorador. ' derão ser corrigidas sem pre- certo ponto) de noções e teo- juizo do conjunto, o queocor- rias — mas o artista o com- Sendo, em geral, relações re na falta de cooperação ou preende, o sente como expres- de clientes g profissionais de colaboração. são da linha, volume e côr, superfície, contados de rotina produzida pelo movimento que dos escritórios e salões de ven- , Peía definição de decora- traduz a concepção ou o espí- da, há resultados de encava- d°r' na° ovemos aceitar de- rito do decorador . _, traduz i -x ¦ ¦ i , •, • COracaO no sentido flltll de „m nênio nrónrin car: dormitórios de bailarinas , ' Llm 9emo próprio. . .. , . , ., , adornar os recessos domesti- para indivíduos de idade pro- , . ^ ¦. , u • i ' ¦ , , ,.,,., ' cos, porque para isso bastam O arquiteto-urbanista e o vecta; salas bibliotecas exu- .... , , . , ,• • ; dinheiro, um pouco de boa ápice na escala profissional, berantes, com estantes monu- , . ,. . . U ¦,¦ „ „„/,u„i„ „„ ... . . vontade e discernimento. 0 se expandirmos o vocábulo na mentais vazias — porque o , . > . . ... . . , , « „ . „v, , , „ , ,. F \ o b letivo do profissional é acepção de aspecto geral — trabalho decorativo se desen- . . , . , , 4 , . c ,_ . , , , ,- . aproximar-se da solução em registrada por Aulete. Sua volveu de dados abstratos (te- . ... ... , , * , iwj j ™, «^^ . . ' • "_ que intervém fatores hetero- responsabilidade assume pro- ma, espaço, cor), e suqestoes, , * . ,, . oferecidos por leigos. gene os como recursos econo- porções ciclopicas que circuns- micos, sistema de vida dos in- crevem a coletividade, abran- 0 campo de atividade do Cessados, recursos paisagísti- gem problemas desde a loca- decorador ou arquitetb-deco- cos> P enanca a de abarr0' residenciais; monumentos ~ / a ¦ ppeen tar paredes de ricaços com Com propriedade ambiente, tos ae sucesso. ¦ r%r\ acropole OU JULHO —195 0