I.A BIENAL DOMUSEU DE ARTE MODERNA DE SÂO PAULO Inaugura-se nesses dias no edifí- tico de renome internacional. En- qual participam quasi todas as na- cio para tal fim especialmente cons- tusiastas chegaram as respostas e ções. Do entusiasmo despertado truido no terraço do Trianon, a I adesões, pois em todas as partes bem pela iniciativa paulista que só trará Bienal do Museu de Arte Moderna se compreendeu o alcance da inicia- benefícios para S. Paulo __ "cidade de S. Paulo. À cerimonia inaugural tiva brasileira que atraiu o interes- que galopa"__foi testemunha o en- comparecerão seguramente, o Pre- se dos círculos artísticos internacio- viado da Bienal, arquiteto Eduardo sidente da República, o Governador nais, sobre o maior centro produtivo Kneese de Mello, que nos meses do Estado de S. Paulo, assim como da America do Sul. passados realizou uma rápida exaltas autoridades governamentais, a I Bienal de S. Paulo, como já cursão pelo mundo, com o fito es-chefes de missões diplomáticas, re- se sabe, compreende também no seu pecial de consertar com os interes-presentantes consulares, personali- programa geral, a Exposição Inter- sados, os diversos pormenores re-dades de destaque na indústria, co- nacional de Arquitetura e o Festival lativos à participação da arquitetu- -mércio e finanças nacionais, envia- Cinematográfico Internacional, sen- ra moderna de cada país na Expo-dos especiais da imprensa, televisão do este último que vae se inaugurar sição Internacional que está para e rádio nacional, além do grupo nu- no pr0ximo mês, limitado, por essa ser inaugurada. meroso dos artistas, arquitetos e cri- veZ; unicamente aos filmes sobre Não foi menor o interesse desper-ticos patrícios a que se unirão os co- arte. tado nos arquitetos brasileiros que, legas provenientes do estrangeiro. ^ ^^ ^.^ ^.^ y._ de todas as regiões do Brasil, envia- . vo interesse o fato de ter o Brasil, ram os seus trabalhos, a exemplo Nestes últimos meses a imprensa , ,. , . ... „. ...... T „. , país considerado na vanguarda das dos artistas brasileiros. Digna de européia definiu a Ia. Bienal como ° _...,..._ _ realizações arquitetônicas mais mo- menção especial e a participação sendo a primeira manifestação no ¦ • j * j * j n i dernas e admiradas, marcado um numerosa dos estudantes das Facul-genero que se realiza em terras , , . . .. . . 3 „ , ponto de reunião para os arquitetos dades de Arquitetura para os quais americanas, destinada a assegurar . _ ' * do mundo todo, convidando-os a ex- a Exposição destinou numerosos no campo artístico aquele posto de -nrêrnino „ „ , ., por os mais recentes resultados dos pi ermos, primeiro plano que S. Paulo ja con- quistou no setor industrial". E seus trabalhos e das experiências O Festival Cinematográfico Inter- qual a aceitação que teve a iniciati- realizadas. Até do longínquo Japão naclonal _ dedicado nessa primeira va nas diversas esferas e a impor- chegaram adesões e foi mesmo no- apresentação exclusivamente a fil- tância do seu desenvolvimento não ticiada a VÍnda de doÍS eminentes mes sobre arte, foi recebido com o só nos círculos artísticos, culturais arquitetos mpomcos, Sakakura e máximo interesse nos vários paises e turísticos está perfeitamente de- Motoh' 0S qUalS além de PartlclPa- do estrangeiro considerados entre os monstrado'diante do fato de ter rem da Exposição, comparecem pes- maiores produtores. Foi reconheci- _.. , , , . , . soalmente a fim de estabelecerem fjn tratar-s° de manifestação inter- podido a Bienal, desde o seu inicio, uu LlcUdl b- ue ladiuiebiet^o miei contar com numerosos prêmios de COntatOS dÍret0S Com °S C°legaS bra" n^ional periódica, essencialmente valor enviados por diversos doado- SÜeÍr0S e de °Utr0S palSeS' C°mUm- artístico-cinematográfica muito mais res, ressaltando-se, principalmente CaçÕeS ÍdêntÍCaS f°ram reCebldaS ^e comercial como são outras do , ,, . , da Finlândia, da Austrália, e em re-