coluna 2 da tabela I, em que a unidade de descarga 10. Instalações em nível inferior ao da vià pú- corresponde à de um lavatório de residência, consi- blica — Os efluentes de aparelhos sanitários instala- derada igual a 28 litros por minuto. dos em nível inferior ao da via pública, devem ser 5 Ramais de descarga — os ramais de descar- reunidos em uma caixa coletora e daí lançados em Ha de' lavatórios, banheiras, bidês, ralos e tanques de P°nto adequado da instalação, mediante aparelho ele-Tavagem podem inserir-se em desconetor, canalização vatorio. A caixa coletora deve ser convenientemente primária ou canalização secundária; os de pias de co- impermeabilizada e ventilada, ter o fundo inclinado zinha ou de copa, em caixa de gordura, tubo de que- de modo a Permitir esvaziamento completo e ser do-da ligado à caixa de gordura, canalização primária ou tado de tamPa com fechamento hermético. Sua capa-caixa de inspeção; os de bacias sanitárias, mictórios cldade deve ser calculada de modo a evitar a frequên-e pias de despejos, em canalização primária ou caixa cla exagerada de partidas e paradas das bombas bem de inspeção. Os ramais de descarga, quando canali- como a ocorrência de estado sético. Deve ser prevista zações primárias, devem sempre ter início em sifão uma capacidade suplementar para atender a casos de sanitário com o fecho hídrico devidamente protegido. emergência. A instalação elevatória deve ter obriga-Adotam-se para ramais de descarga os diâmetros mi- tonamente uma unidade de reserva. nimos indicados na tabela I e fixa-se em 2% a decli- U ¦ Caixa de gordura - Devem ser instaladas vidade mínima dos respectivos trechos horizontais. caixas de gorduras em prédios onde haja considerável • '„ '• , ¦ *, . produção de despejos gordurosos. 6. Ramais de esgoto — Os ramais de esgoto que ' *-. j w-, - .¦ , ¦--- , , . i .,_, ¦ • j j 12- Tubos ventiladores — Toda instalação pre- recebem efluentes de bacias sanitárias e pias de des- ¦ . , i . , . „ _. dial de esgotos sanitários deve compreender, pelo me- pejo serão sempre canalizações primarias. Os que ,, . ^• F FJ ^ . , . -., . . , ~ ,. nos, um tubo ventilador primário de diâmetro nao recebem efluentes de mictono nao poderão ser liga- ;„*„„) r,K w ¦-, ,..,.. ., . , . inferior a 75 mm, constituído, nos prédios de dois ou dos a caixas sifonadas com grelha. Adotam-se para os . r 7 , . ,. , mais pavimentos, pelo prolongamento vertical de um ramais de esgoto os diâmetros mínimos indicados na „„Qj„ „+- ;™ j u¦' * j j-*' • ^ ,',..,, ,. jom j-- tuD0 de queda ate acima da cobertura do edifício. Os tabela II e as dechvidades mínimas de 2% para dia- . . , . . „. . <= t- demais tubos de queda da instalação devem, igual - metros até 100 mm, de 1,20% para diâmetro de 125 . ,, -,,.,,. , „„„„ ' ,.„ j , 1Kn mente, prolongar-se ate acima da cobertura do edi- mm, e de 0,70% para o diâmetro de 150 mm. ., . ,.,T„ , . , , , . „ ' , , _; .- , , j , „ ficio, ou ate 15 cm, no mínimo, acima do nível maxi- 7. Tubos de queda — Os tubos de queda devem ' .,. , , , 'vu 4. mo da água no mais elevado aparelho sanitário, h- obedecer, sempre que possível, a um so alinhamento „0„j„ oq 0„ks „, + v. ,-í j • - • ' r ¦ -, _ , ,. gando-se, então, a um tubo ventilador primário. vertical, empregando-se nas mudanças de direção cur- • . ,. .¦¦,., . , j j 13. O trecho de um tubo ventilador primário si- vas de raio longo. Adotam-se para tubos de queda os . ; , . ,. „„ ° , . . ,. , . . , , TTT \T u tuado acima da cobertura do edifício deve medir 30 diâmetros mínimos indicados na tabela III. Nenhum 'jau.-, ..,_., , , _ ,.A . „ , em. no caso de telhados ou de simples laje de cober- tubo de queda poderá ter diâmetro inferior ao da ,..i , , . ..,. , H,. _ ., ,. , tura, e 2,00 m no caso de laje utilizada para outros maior canalização a ele ligada. fíns &lém de cobertura 8. Subcoletores — Adotam-se para os subcole- ,.„. ,_..,• J , . .. , 14. A extremidade livre de um tubo ventilador tores os diâmetros e declividades mínimas lixadas pa- -j+,,„,j„ „ ^a„ j /i ™ j j- 4.' ¦ j 1 _ . , situado a menos de 4 m de distancia de qualquer ia- ra os ramais de esgoto. Exigem-se caixas ou peças de , „„„„ j t j - V' -, , , , , j I x nela, mezamno ou porta, devera elevar-se pelo me- inspeçao localizadas de modo a permitir desobstru- __: . ^^ ,. , , , _ ,. . . nos um metro acima da respectiva verga. çao com a máximo de 15 m de varas. Os subcoletores que recebem efluentes de tubos de queda servindo a 15- Tôda coluna de ventilação deve ter: mais de três.pavimentos não devem ser ligados a cai- a) dlametro uniforme; xas de inspeção situadas a menos de 3 m de tubo de b) a extremidade inferior ligada a um subcole- queda e sim a outro subcoletor ou a um coletor pre- tor, a um tubo de queda em ponto situado dial. abaixo da ligação do primeiro ramal de es- 9. Coletor predial — O coletor predial deve, goto ou de descarga, ou neste ramal de es-sempre que possível, ser construído na parte não edi- goto ou de descarga; ficada do terreno. Quando inevitável sua construção c) a extremidade superior situada acima da co-em área edificada, devem as caixas de inspeção ser bertura do edifício, nas mesmas condições localizadas de preferência em áreas livres. O traça- . que os tubos ventiladores primários, ou lido, em g2r"al, deve ser retilíneo, tanto em planta, co- gando-se ao prolongamento do tubo de queda mo em perfil. As mudanças de direção, quando indis- a 15 cm, ou mais, acima do nível máximo da pensável, devem ser feitas mediante caixas de inspe- água no mais elevado aparelho sanitário por ção ou curvas de raio longo e ângulo central não su- êle servido. perior a 90°, preferívelmente 45°. Entre dois pontos 16 Todo desconector deve ser ventilado. A dis- de inspeção, entretanto, só é permitida uma curva. tância de um desconector à ligação do tubo ventila- Nas mudanças da direção horizontal para a vertical dor que Q serve não deye exceder os ^tes indicados permite-se o emprego de curvas de raio curto. A na tabela IV inserção de um ramal de descarga ou de esgoto no 1P7 „ . , , , , . ,. , , ... ~,. . . , . 17. Consideram-se, também, devidamente ven- coletor predial deve ser feita mediante caixa de ms- .., , , , ¦'.'"'-., . A tilados os desconectores de pias, lavatórios e tanques, peçao ou junção simples, de angulo nao superior a jt, *,''•-, ,- ^_„ j , j j j quando ligados a um tubo de queda que não receba 45°, caso em que deve o ramal de descarga ou de „, , , , . .., . . , . ' . , , , J , . efluentes do bacias sanitárias e mictórios, observadas esgoto ser provido de peca de inspeção. Adotam-se ,. .» . .... _ , , ttt 6 : *; •" ' . . , .,. • ,,-¦¦, ¦, as distancias indicadas na Tabela IV. para os coletores prediais os diâmetros e declividades mínimos estabelecidos para os subcoletoresi fixado em 18' Consideram-se adequadamente ventilados os 100 mm o diâmetro mínimo admissível. Adota-se, desconectores instalados no último pavimento ou no igualmente, para os coletores prediais o disposto pa- pavimento umco^ de um prédio quando satisfeitas as ra os subcoletores quanto a caixas e peças de inspe- seguintes condições: ção. '' a) máximo de unidade de descarga igual a 12; ACROPOLE "IQl SETEMBRO — 1951 lOi