COOPERE NA URBANIZAÇÃO DE SÂO PAULO Coopere na Urbanização Não amam a cidade e não defen- »PDnVAr-f> j Cs_ Paulo dem o patrimônio municipal aqueles APROVAÇÃO que praticam infrações de ordem ur- _ _, 1 — cumprindo e fazendo cumprir . .. _ ,' . ,. DF as leis municipais; bamstica. Combater os cortiços, as ^ 2 — rejeitando lotes pertencentes a construções clandestinas, em más ARRUAMENTOS arruamentos clandestinos; condições de higiene e conforto e 3 — construindo de acordo com o rejeitar a compra de terrenos lotea- O Departamento de Urbanismo es- Código de Obras; dos sem piano aprovado pela Pre- tá adotando, há algum tempo, novo 4 - observando e fazendo observar feit é defender 0 patrimomo de critério na aprovação dos planos de as determinações superiores da __ ' r arruamentos, com o intuito de abo- Diretoria do Trânsito e da Pre- bao Paul° e ° bem-estar da coletivi- iir todo e quaiqUer embaraço de or- feitura; dade. Tudo que se fizer nesse senti- dem burocrática. A marcha daqueles 5 — ajudando a manter limpa a ei- fl0 é cooperar na urbanização de São processos está sendo facilitada e dade, não jogando papeis e ou- Paulo abreviada. tros detritos nos logradouros . ' " ,T~ _ . ,.„. . . . núblicos- ——_______________________________ Nao mais se justificarão, pois, lo- p ' , . , , teamentos clandestinos, sob a ale- 6 - conservando em bom estado os gaçâo de que a Prefeitura dificulta passeios de seus prédios, a aprovacã0 dos respectivos planos. ¦J — fechando com muros os terre- ---------:—•------------ _ . x , ,. .. _ nos baldios- "s interessados solicitarão, preli- q „s„ í„„o„/i'« m„iA„i« ™.„s„; minarmente, ao Departamento de 8 — nao jogando matérias orgam- TTrhnnismn às diretrizes uns têrmíK cas nos córregos do município; ^ '• :„aQs * í ¦*? ' a Aí™ ..-,,. j------------------------------------------------------- do artigo 723 do Código de Obras, 9 - depositando o lixo de sua casa a elaboração do plano, que se- em recipientes fechados, para nnAnift , rá aprovado, sem maior demora, facilitar os serviços de Limpe- L1UAUAU • uma vez respeitadas as demais dis- za rublica.____________________ Tôda ie. ^ ^^^^ urbaníst.co posições legais Expedido o alvará, visa beneficiar a coletividade O independente do processo de doa- visa oeneiiciar a coietryiüade. O ção dos leitos dos iogradouroS) que urbanismo condena tudo quanto demanda estudo da documentação, ------------------------------------------------------ possa prejudicar a comodidade, poderão os arruadores executar os Tome estes cuidados antes bem-estar, alegria e felicidade da serviços e proceder ao registro de , 1 i J população. Contribua, pois, para que que falam os decretos federais ns. de comprar O seu lote de se^m observadas as ieis municipais. 58 e 3.079, ambos de 1938. terreno: Não permita que se construa sem Concluído o arruamento, total ou 1 — exija prova de que o lote per- licença, em desacordo com o Código parcialmente, terão os interessados tence a plano aprovado pela de Obras, nem que se realizem tran- que requerer à Prefeitura uma vis- Prefeitura• sações com terrenos arruados e lo- toria, no sentido de se proceder à 2 indague da situarão leeal da teados clandestinamente. entrega ao trânsito público das no- 2 — indague da situação legai aa vas ruas e de se decretar a sua ofi. rua onde se situa; Coopere na urbanização de Sao cialização 3 — se fôr particular, procure saber Paulo, combatendo os maus paulis- se pertence a plano aprovado tas, que insistem em não respeitar ai ° Departamento de Urbanismo, à ou se está registrada na Pre- legislação municipal. ^ua Florencio de Abreu, 36, está feitura; ' organizado para atender, com pres- 4 — procure conhecer quais as res- I------------------------------------------------------ teza, os interessados. As suas repar- trições a que está sujeito o tiçoes obedecem a segumte orgam- j0^e nizaçao: Diretoria no 8. andar, _____________________ engenheiro Carlos Alberto Gomes ------------•------------ Cardim Filho, Diretor; Planejamento da Cidade, 9." andar, engenheiro Carlos Brasil Lodi, Chefe de Divi- j-----— são; Desenvolvimento do Plano, 11." Coopere na Urbanização------------------------------------------------------ andar, engenheiro Gilberto de Souza J c- Dl Ratto, Chefe de Divisão; Pesquizas, de bao raulO As casas que não obedecerem em Regulamentação e Divulgação, 8.° Em São Paulo, o urbanismo exige sua construção o Código de Obras, andar, engenheiro Heitor A Eiras dos cidadãos o seguinte: em geral, não oferecem as necessá- J^j^JeM^O Semço a) espmto de cooperação, nas condições de higiene, em pre- do engenheiro G. Parnaiba Paolielo, b) maior interesse e amor pelas coi- juíz0 da saúde de seus moradores. fornece informações a quem as soli-sas da cidade; 0s dormitórios deverão ser arejados citar sobre a situação legal dos lo- c) colaboração eficiente à Prefeitu- e receber diretamente o sol, median- §rad°u™s! kl,???'J5-*8 e 6as feiras' tura, na solução dos problemas . . . , , , das 12,30 as 14,30 horas, urbanos* janelas dotadas de venezianas. M diviilFnòãn e anrnveitamento das Coopere na urbanização de São COOPERE NA URBANIZAÇÃO d) divulgação e aproveitamento tias _ , . . . , v DE SÃO PAULO, rejeitando transa-ideias modernas de higiene e Paulo, nao construindo nem permi- ões com ^ d; teJrrenos não conforto das habitações e disci- tindo que se construa em desacordo tencentes a arruamentos aprovados plina no transito de veículos; Com a lei. pela Prefeitura. e) observância das leis.