VÁLVULAS SANITÁRIAS AUTOMÁTICAS Colaboração de Válvulas "VFA" São inúmeras e valiosas as contribuições dadas pela indústria nacional no setor de materiais de construção. Uma delas é a moderna válvula sanitária automática. Elas são fabricadas de diversos tipos e instaladas em número superior a 6.000 em média por mês. Essas válvulas apresentam inúmeras vantagens, tanto na parte, estética, como prática, razão pela qual é interessante descrever o princípio de seu funcionamento. Para ilustração do presente texto selecionamos as conhecidas válvulas "YFA". O seu funcionamento é simples. Pode ser resumido no seguinte: uma vez a válvula fechada, isto é em repouso, a coluna d'água em "A" (Figura 1) estará em comunicação com a câmara de pressão "C" por intermédio do canal "G" do gicleur. Nestas condições o embolo "E" (dentro do qual está a câmara de pressão "C") que veda a passagem da água de, "A" para "B" estará vedando hermèticamen-te a passagem, porque, havendo equilíbrio entre as pressões de "A" e "C" isto é sendo iguais as pressões "P" nessas câmaras, teremos focas (pressão X superfície) desiguais nos dois sentidos em que pode correr o embolo, no sentido em que êle correndo abre a válvula temos uma força "Fl" igual a pressão "P" da câmara Axsuperfície de "SI", no sentido em que o embolo corre fechando a válvula temos uma força "F2" igual a pressão "P" da câmara "C" X superfície "S2". Ora sendo "S2" maior que SI teremos "F2" maior que "Fl" impedindo que a válvula abra. Quando fôr comprimido o botão "X" (Figura 2) a aste "Y" corre para .a frente abrindo a válvula "V" pondo a câmara "C" em comunicação com a atmosfera por intermédio dos canais "T" e "B", escoando-se a água da câmara "C". Neste momento estará rompido o equilíbrio e a pressão em "A" será maior que a pressão em "C" então o embolo "E" será empurrado para traz deixando livre a passagem de "A" para "B". PIO. 2 Neste, momento estará se processando a descarga na vasão do diâmetro de "A". Durante a descarga a: água também escoará pelo canal "G" enchendo a câmara "C". Uma vez que já cessou a compressão feita sobre o botão "X" (Figura 3) a pressão "P" torna a aparecer na câmara "C" assim como as forças "Fl" e "F2"; e sendo "F2" maior que "Fl" o embolo "E" é empurrado para a frente fechando a válvula. Pelo exposto, a válvula funciona independente de qualquer mola. A mola "M" colocada no embolo serve unicamente para fazer o embolo "E" correr para a frente em caso de falta d'água, deixando a válvula fechada. A duração da descarga é proporcional a velocidade com que o embolo recupera a sua posição inicial de repouso, proporcional ao tempo em que a câmara "C" enche-se d'água, inversamente proporcional ao volume d'água que passa pelo canal "G" do gicleur, inversamente proporcional a pressão "A" e inversamente a vasão. Temos então pelo esposto que quanto maior a pressão, maior a vasão em "A" maior a quantidade d{ água que passa pelo canal "G" mais rapidamente en- I, che-se a câmara "C", mais rapidamente o embola "E' I recupera a sua posição inicial de repouso sendo a du ]j ração de descarga menor quanto maior a pressão. As válvulas sanitárias automáticas apresentan ainda outras características. Rapidez na descarga sendo o volume de água proporcional à pressão feit; sobre o botão. A pressão de 2 segundos sobre o botão é o sufi || ciente para conseguir-se uma descarga normal con |' completa limpeza da bacia. Sendo o seu interior cromado, não há formação nor jf mal do azinhavre, evitando assim o mau funcionamen to ' das peças móveis quando a válvula fica algun 1 tempo parada. Não necessita ser regulada porque possui disposi jj tivo apropriado para cada pressão.