molhada e ainda quando úmidas de acordo com a altura desejada, verificando si os lados da folha estão bem refilados de maneira a dar uma junta vertical perfeita. Por meio de um pincel, passar cola na primeira folha na sua parte posterior (tela) e também outra de mão fina na porção da parede onde aquela folha vai ser colocada. Deve-se ajustar a folha sobre a parede, observando-sa o desenho e a altura. Iniciar-e a fixação, batendo com a palma da mão e esfregando com um martelo de madeira, executando movimentos de pressão de alto para baixo e da esquerda para a direita, com um ângulo de 45°, mais ou menos, fazendo com que o excesso de cola saia pelos lados e a folha fique bem esticada e aderida á parede. Evitar que se formem bolhas, pois, nestes pontos, o lambris não estará colado. É importante, fazer-se o mesmo com as outras folhas, tomando cuidado para que as juntas verticais fiquem perfeitas, o que requer cuidado na ajustagem de uma folha contra a outra. Deoois de colocado, o lambris deve ser lixado com lixa n.° 0 para tirar as manchas e pequenos defeitos de junta. Depois de lixado, o acabamento pode ser dado a cera; não se aconselhando um acabamento brilhante porque quanto maior brilho mais facilmente aparecerão os defeitos da parede. O lambris deve ser colocado antes do rodapé de modo que este fique sobreposto ao lambris. Na parte superior há necessidade de rematar com uma moldura de madeira (baquete) pregada sobre o lambris. As guarnições (alizares) das portas e janelas também devem ser colocadas sobre o lambris, rematando-o de encontro aos vãos de portas e janelas. Nas fotos, reunimos vários ambientes onde foram usados lambris. a) não necessita de baquetes nas juntas verticais; b) acompanha os cantos salientes e reentrantes, devidamente arredondados; c) possibilita a execução de desenhos os mais variados e em diversas madeiras; d) baixo custo em relação ao lambris comum, podendo ser comparado a uma pintura fina. Uma observação importante é que a parede sobre, a qual se vai colocar o lambris deve ser seca e com superfície lisa e resistente. A parede deve ter o acabamento como se fora para pintura a óleo, adicionando-se porém cimento ao reboco fino na proporção aproximada de 1 de cimento para 6 de argamassa fina. O reboco grosso (embôço) também deve ser de massa forte, isto é, argamassa de cal e, areia com adição de cimento. Os cantos reentrantes e salientes (colunas) devem ser arredondados a fim de melhor se ajustar o lambris nessas partes, bastando um pequeno arredondamento de cerca de um centímetro de raio. O bom aspecto final do lambris muito depende da preparação cuidadosa da parede que seria a base. Ao se colocar os lambris, aplica-se antes sobre toda a extensão da parede, depois de lixada para tirar eventuais asperezas ou resíduo de argamassa, uma camada bem fina de cola. A cola, para esta aplicação, pode ser 2 partes de cola para 1 de água, bem mexido. As folhas devem ser molhadas em toda a sua extensão na parte, anterior, isto é, na madeira, com um pano embebido em água limpa e deixadas empilhadas em repouso, no mínimo 15 minutos. É indispensável esse prévio tratamento. Com uma regua de ferro e uma faca bem afiada começa-se a acertar as dimensões da folha, depois de