As diagonais têm comprimento até 15 m, são fechadas em ambos os lados e providas de peças especiais soldadas, em forma de garfo. Estas diagonais são fornecidas com tolerância de ± 2 mm no seu comprimento que torna possível abolir uma montagem prévia na usina. A montagem da torre é feita com o auxílio de um mastro de montagem (derrick) que acompanha a construção dos vários segmentos consecutivos da estrutura, apoiando-se sempre na parte já montada. A fim de garantir a construção absolutamente vertical da estrutura, procede-se a constantes nivelamentos após a colocação de cada segmento para, caso fôr necessário, corrigir possíveis diferenças. Os desenhos ao lado correspondem a uma torre idêntica a descrita acima, porém, com altura igual a 120 m. A torre do Parque Ibirapuera é, sob o ponto de vista técnico, produto de longos trabalhos de pesquisas de torres e mastros desmontáveis. Da mesma forma constroem-se em grande escala torres para linhas de, transmissão de 110, 220 e 380 Kv. Tubos utilizados. O tubo circular apresenta, devido a sua simetria circular, os mesmos momentos de inércia em todas as direções o que não acontece com outros perfis laminados. Resulta deste fato uma segurança constante contra flambagem em todos os sentidos. Outra particularidade dos tubos é o fato de existirem, para cada diâmetro externo de um tubo, várias espessuras de parede o que não é comum nos perfis laminados. Damos abaixo uma tabela dos tubos mais empregados em construções tubulares. Devido a falta de espaço, só apresentamos a espessura normal das paredes.