L'ARCH:TECTURE FRANÇAISE — N.° 183/184 — França WERK — N.° 7 — 1957 — Suissa Publicação excelente sobre arquitetura, artes aplicadas, desenho industrial, pintura e escultura. A residência de encosta do Arq. Ernest Brantschen apresenta, dentro de recursos normais, uma solução contemporânea sóbria e plástica mente satisfatória. A grande sala de estcr oferece uma solução espacial em que as várias zonas de estÜização são delimitadas por duas lareiras e a escada do mezzanino. , Trabalhos de Max BiII são apresentados num ar-,tigo de Will Grohmann onde se nota o efeito da síntese na concepção de esculturas, objetos de uso díár L'ARCHITETTURA Cronache e Storia — N.° 21 — Itália Esta publicação, dirigida pelo conceituado historiador, crítico e arquiteto Bruno Zevi, situa-se entre as melhores publicações atuais sobre arquitetura. Material atual e selecionado, apresentação perfeita e análise crítica profunda, são os elementos principais do valor de "L'Archítettura". Neste número destaca-se o projeto do Santuário de Siracusa, dos Arquitetos Michel Andrault e Pierre Parat, vencedores do concurso internacional instituído para selecionar o melhor anteprojeto daquele edifício religioso. O monumental, o simbólico e o inédito, prevaleceram sobre outros fatores na escolha desse projeto. Colocando todos os serviços no subsolo da catedral, conseguiram os arquitetos um templo com aproximadamente 90 metros de diâmetro e 120 de altura. A estrutura é formada por 20 nervuras dispostas radialmente nas quais se inserem lâminas horizontais de cimento, no intervalo entre as quais entra a luz diurna e instalam-se os refletores de luz noturna. te as habitações coletivas recentemente construídas na França, para fazer face à enorme escassez de habitações que ainda persiste naquele país. E' substancial a quantidade de conjuntos de blocos residenciais em áreas desimpedidas, onde se nota uma certa libera-lidade elogiavel na previsão de parques e estacionamentos. Foto à esquerda. Ã direita 3 unidades em Nan-terre dos arqs. Zehrfuss, Sebag e Faure. De u'a maneira geral, I o pa d rão a rq u itetôn ico é ra- 1 zoável, si bem que nota-se a I ausência de pesquisa com novos I materiais e técnicas. Apesar da França contar com os exemplos das unidades de habitação de Marselha e Nantes (arq. Üfe Le Corbusier), poucos são p% os edifícios que apresen- ^g* tam soluções em pMotis. '&: A altura média da mai-ona dos prédios é de 6 ou 8 pavimentos sendo poucos aqueles com mais de 12 andares. Arqs. Borde íx, Gages e G ri mal. l^K