90 - ESTEIRADO - ESTRIGIL ESTEIRADO ESTILOBATO O mesmo que coberto de ESTEIRA. Embasamento que sustenta uma colunata. ESTELA ESTILÔMETRO Coluna truncada ou placa de pedra que recebe uma inscrição Instrumento que serve para medir colunas, geralmente funerária. Existe a forma estélio. ESTÍPIDA ESTELIOGRAFIA Ver ESTÍPITE. Arte de fazer inscrições em colunas, ESTÍPITE ESTEMADO Nome da coluna ou pi lastra tronco-cônica com a base menor O mesmo que MOLDURADO ou guarnecido de moldura. voltada para baixo. Coluna abaulastrada. Existem as formas ESTERE estípida e estípita. Medida de volume para madeiras, que eqüivale a um metro ESTIRADOR cúbico. Nome de pouco uso na linguagem arquitetônica, que designa a ESTEREÓBATA tábua ou mesa sobre a qual se assenta ou estira o papel em Soco ou embasamento que sustenta um edifício, destituído de mol- 9ue se desenha, duras ou saliências. ESTIVA ESTEREOCROMIA Traves, paus roliços ou lavrados que, lado a lado, formam o leito Método para fixar as cores das pinturas das paredes, que em- das Pontes rústicas. Paus que se colocam em atoleiros para prega uma demão de solução de silicato de potássio. 9ue Possa Passar um veículo. Ponte feita de um pau só. Nas _•______-. !•. . estrebarias, piso de paus em forma de grade que favorece o k. ji-- j _)••_]¦ * „i __™ escoamento da urina dos animais. Nome da técnica empregada para dividir, cortar e co ocar com ESTOFO rigor os materiais de construção, principalmente aqueles que se r,. . x~j j /-*••'•___*„ * * x-___ Lã ou crina, ou qua quer matéria adequado. Com que se re- destinam a contecçao das paredes. Originartamente, este termo « - , ¦ i _~ v „ j vestem interiormente sofás, cadeiras, etc. Forro, chumaçp. so era empreqado com reação a pedra. __»__, s —««s ESTÔJO MEDULAR ESTERO k, j i i£ -ii j _i . . ... .i -r* i i Nome do canal que contém a medula, no centro do tronco das Terreno baixo e alaqadiço, lunto aos rios e laqos. Termo de largo , — , . ,., ., ^-r-nwr- r , „ ., . n . arvores. Centro dos anéis que constituem o CERNE, emprego nas fronteiras do Brasil com a Argentina e o Paraguai. c/ ' j u l j ESTOLA h uma espécie de banhado. „ p_TÉTirA Na gíria, o mesmo que HOSPEDARIA. Palavra introduzida em 1735 através de uma dissertação e depois i-7ca a /^ d * i.-í. t .™ li..--. a *u«*:,„ Arbusto si vestre que fornece madeira para viqotas e, mesmo, em 1750 por A. G. Baumgarten que titulou um livro. Aesthetica. ] ^ ^ y ' ' De raiz grega, etimològicamente quer dizer percepção por intermédio dos sentidos. O estudo filosófico do belo, porém, não nasceu com o aparecimento desse conceito de Baumgarten. Na Calafetar com estôpa. Enchumaçar. antigüidade muitas vezes o fenômeno artístico foi estudado e • j j ,/r.i £¦ j ». „ i r„* j _„ ¦ t „j„ O mesmo que SOALHAR ou fazer ESTRADO. A catifar. considerado como "filosofia da arte , pelo tato de ser integrada cctdap»^ por elementos complexos metafísicos, psicológicos, morais, sociais, etc. Outras correntes da filosofia moderna afastam a estética do ° mesmo ^ue SUPEDANEO. Sobrado ou assoalho pouco levan- estudo dos elementos metafísicos do belo e fazem por levar só tado °cima do chão, dentro de um recinto qualquer como por em conta as condições do sujeito, isto é, as intelectuais, emocio- exemplo, num dormitório, para receber a cama; num salão, para nais e fisiológicas. Atualmente, em matéria de Estética, as teorias receber um trono ou altar' etc preocupam menos do que a análise experimental dos fatos. Ainda, como esclarece o Dicionário Enciclopédico Salvat, a maior parte Cas° °"'°Cal pC""a reC°lher b6StaS e arrei°S- Cavalari*- Curral' dos filósofos consideram hoje a Estética, como uma disciplina psí- cológica, que tende à comprovação experimental com fundamen- ESTREMA ' ^ °% representavam uma estrela. tos na análise dos fenômenos psicológicos e fisiológicos que in- , .¦i .,.. ¦ a. i i __. i . ,. _ Limite de terras. Marco divisório ou, também, su co que desmarca tervem no sentido estético, prescindindo do aspecto objetivo, on- ' ' ¦ ¦ " tolóqico e metafísico, que caracterizou a Estética qreqa. Mais i i ESTREPES precisamente, a Estética estuda a arte de completar o seu co- l • _i „ _i j l Nome que recebem os cacos de vidro ou pontas de ferro que nhecimento, encarando-a como uma das expressões do homem e M v *w*r ^ ¦ -j-j I4.J.JÍ1. i „j.--j arrematam os muros de fecho, impedindo seu esca onamento. da sociedade e como resultante de fatos e torças materiais, de „ * r i * i -j I- • n* * j Ctx», - ESTRESIDO tatos e torças ideológicas. Desse ponto de vista, a Estética nao r , t „ i i l D-ii- t u Ação ou efeito de estresir, isto e, reproduzir um desenho sobre pode — como esclarece Joseph Billiet — encarar o homem como * i ¦ . . , . i„ . li*a„i * _ „ uma superfície perfurando-o e fazendo passar pe os orifícios um coisa abstrata e totalmente solitário no espaço e no tempo, nem T i i * i.í'-i'j--ij po qualquer que seja co orido, qera mente o carvão. Retirado conceber a arte como criação metatisica funcionando independen- ii *¦ /r . j i ¦ - „ ¦ j i i o molde, resta sobre a superfície inferior uma serie de pontos temente das leis gerais que seguem a natureza, a vida dos ho- . . r.. p * . i . . i i , i - que indicam o contorno da fiqura a ser reproduzida. Este me- mens, a vida das sociedades e sua relações. ^ . a \ ç . todo substitue o que emprega a ESTAMPILHA, quando a pintura .. | - ,- ,„. x . . ., . n desejada é a traços e não contínua. Nome vulgar de um arbusto (Cistus Ladamiterus) nativo em Por- f^tdia tuqal que T. Lino d^ssunpção, em seu Dicionário de Arquitetura, « . L , , ¦ , , , , . , .„...{' A . butco em torma de meia cana executada ao longo das colunas, taz substitutivo do ACANTO nos ornatos arquitetônicos. ... ., r ., . , í . ,. , , ¦ n pilastras ou pi ares. Em sentido qera, estria e todo o su co ou CGT II A traço realizado em qualquer superfície ou elemento arquitetônico. Local onde se fabrica aguardente. CANELURA. Registrado por T. Lino d'Assumpção sob a acepção de ''meia cana" das colunas estriadas e também, com a sino- No TRIGLIFO, nome que recebem os três ressaltos que separam nimia de CRACA as duas caneluras ou estrias. ESTRIADO tolILILIDIU Termo antigo que designava o desenho em papel forte, cujos Queda da chuva dos beirais de um telhado. Gotejar de um li- traços são cobertos de pequenos orifícios, sobre os quais se passa ciu|do. uma boneca com pó de carvão ou de lápis, assim se transpor- ESTILISTICA tando para outro papel o desenho primitivo. Artifício gráfico Tratado das diferentes formas ou espécies de ESTILO e dos pre- pouco empregado em arquitetura, a não ser para demarcações ceitos concernentes a cada uma. difíceis pelos processos ou instrumentos comuns e usuais. ESTILIZAR ESTRIAR Atualmente o termo designa a modificação introduzida com inten- Abrir meias canas ou estrias nas colunas. Ou de modo geral, facão plástica ou decorativa. Já significou dar ESTILO a algum zer caneluras, traços, sulcos c-m qualquer superfície com finalidade objeto ou obra arquitetônica segundo as regras peculiares e de- decorativa, terminada fase da evolução artística. ESTRIBO ESTILO Peça de ferro batido que une o pendurai das tesouras ao tirante. Palavra derivada do grego "stylos" e do latim "stylis" que desig- No concreto armado, são os pedaços de ferro redondo colocados nava estencil ou estilete, usado na antigüidade para desenhar e transversalmente à armadura longitudinal e destinados, principal- escrever sobre tabuinhas cobertas de cera. Com o tempo foi mente, a solidarizar esta e a absorver os esforços cortantes. O designando a peculiaridade que apresentaram as obras de arte mesmo que BOTARÉU. que eram produzidas segundo certos princípios, numa determi- ESTRIGIL nada época, por determinado povo, segundo determinadas téc- Ornato em forma de S, ou elemento de composição arquitetônica nicas. com o mesmo formato. 128