No deseo terminar, senores, sin agradecer cor- trega dos diplomas de sócios honorários, conferidos dialmente los expresivos y amables conceptos pa- pela Sociedade de Arquitetos do Chile ao Prof. Os- ra mi país y Ias referencias a nuestra tradicional car Machado de Almeida e ao humilde orador. amistad. Teremos uns hermosa y grata tarea que _„ ,,,.,. «, '¦; • , u- „ ,. , ^.'í«.í.,j j„ rL;i ? c> ^i ;„jac Tao alta distinção dos nossos amáveis colegas eni- cumphr. La amistad de Chile y ei brasil, indes- , , , ; J . .. „ ,., . , , * ,-Iíui ~ n;^^n „„ i, u;, • ^~ i„<- 4.;^^,r,^c- lenos so pode ser fruto do espirito de solidariedade tructible, se pierde en Ia le ania de los tiempos. „. . L , ,. . • .- ± Nos cabe a nosostros solo intensificaria, de ahí que profissional em nosso continente, espirito esse que tem estas manifestaciones de cordialidad tienen su ai- presidido os memoráveis Congressos Pan Americanos to significado y aseguran Ia continuidad de nues- de Arquitetos, essa obra grandiosa do nosso emmen- tros sentimientos fraternales. te colega Arquiteto General Alfredo Campos, atuai ,. i ' i a' . •- i a j Ministro da Guerra da culta e progressista nação uru- En nombre de Ia Asociacion de Arquitectos de a t ¦ Chile, cuya representación tengo en estos momentos, me honro en hacer entrega solemne a los agra- A figalguia, dedicação, entusiasmo e idealismo de ciados de su diploma de sócios honorários, como Alfredo Campos devemos essas magníficas reuniões una distinción a sus merecimientos. periódicas de profissionais das Américas, que tantos benefícios têm prestado à nossa nobre e milenar pro- Oraçáo do Engo. Eduardo Kneese de Mello, &*&>> f contribuído muito para que se torne uma , , , _ _ , , ...... realidade o panamericanismo sonhado por bolívar, delegado em Sao Paulo do Inst.tuto de Jefferson e outros> e agora incentivado pela política Arquitetos ^e Doa yisinkança do grande Presidente Roosevelt. .-, , n 7 -, m ., o- -n ; A classe dos arquitetos das Américas há muito Senhor Uonsul do Chile em Sao Paulo, 1 ., , , , , , Srs. Professores Oscar Machado cie Almeida compreendeu a necessidade dessa grande obra de apro- n ¦ , ¦ 7 , v. , ximaçao e, por isto, os Congressos Pan Americanos de tis , a i, Arquitetos tem sido também um dos fatores para es- itíL Cito ij&llfhOl Co , 1 ¦ i • 1 1 * * 1 i i.' sa política de boa vismhança e que se tem concretisa- m ¦, , , j • 7 , 7 • do de vários modos. Todas as vezes que tenho tido a sorte de conviver com cidadãos chilenos tenho tido a impressão de No Brasil, ultimamente, tivemos demonstrações que existe, de parte desse irmãos de alem Andes uma desse espirito de solidariedade continental, quando se granai simpatia por nós brasileiros, uma grande e estabeleceu porto franco para Bolívia e Paraguai e sincera amizade pelo Brasil. Eu poderia julgar que eancelou-se a divida de guerra deste ultimo. essa impressão é conseqüência da especial simpatia . . , ., „, . , , , que sempre tive por aquele grande País e por seu A homenagem que nos tributou a Sociedade de povo, mas, as provas se repetem a cada novo contac- Arquitetos do Chile e, pois, mais uma dessas demons-to e eu percebo que essa impressão, a têm todos os bra- trações de tao nobre política, o desejo ardente de que sileiros. É que existe de fato uma grande amizade se acham possuídos os povos da America de se uni-chileno-brasileira. rem em torno do ideal de Bolívar, gerado pela demora Asosiason de Arquitetos de Chile" acaba cracia, pela liberdade, pelo direito e pela justiça. de nos dar mais uma dessas provas, enviando ao Ins- Saibamos despresar os conceitos malévolos dos que tituto de Arquitetos do Brasil os diplomas de sócios procuram desvirtuar os nobilissimos propósitos do honorários, que conferiu a dois nomes ilustres da en- ãe kee em pelae-0 & seug irmã()g da Ame, genharia e da arquitetura brasileira, que, pelos ser- . T ,. , i j • ±-j j ™ ± • . ¦» v ir _ 7 7 * '¦ rica Latina e sobre o verdadeiro sentido da Doutrina viços prestados a Nação como educadores e como pro- ,, fissionais, também de há muito se tornaram merecedores do respeito e da admiração dos brasileiros: O Panamericanismo, como muito bem disse Ar- OSCAB MACHADO DE ALMEIDA, professor *ur Orlando, "não quer dizer dominação da América ãa Escola Politécnica de São Paulo, ex-diretor de do Norte sobre a America do Sul; traduz idéia muito Obras do Estado e profissional de comprovada com- mais nobre e elevada, qual a de articulação das três petencia: e CRISTIANO 8. DAS NEVES, fundador Américas em uma vasta federação ou comunhão in- t até hoje diretor do Curso ãe Arquitetura do Mac- ternacional de interesses políticos, econômicos e mo- kenzie, que já formou para o Brasil, quasi uma cen- raiâj com 0 fim de garantir à civilisacão futura seu rena de arquitetos, cujos trabalhos profissionais ai es- plen0 desenvolvimento, levar a expansão simultânea tao, para nosso orgulho, enriquecendo a arnuitetura , . -, . ,. , . . „ , ., , J 1 - da economia e da justiça ao mundo inteiro . de nossas cidades. O Instituto de Arquitetos do Brasil e os amiqos Foi sob esses nobres Propósitos que se fundou o ãe Oscar Machado e Cristiano das Neves, querendo Congresso Pau Americano de Arquitetos e outras ins- associar-se à homenagem que lhes prestou "La Aso- tituições semelhantes, cuja principal finalidade é es- siason ãe Arquitetos ãe Chile", oferecem-lhes esta tabelecer a paz perene no continente colombiano u reunião. um melhor entendimento entre seus vários povos. Agradecendo a honrosa presença de todos, e a Discurso do Engo. Cristiano das Neves Eduardo Kneese de Mello por sua excessiva bondade, cumpre-nos saudar a nobre nação chilena, sempre ami- ChUe Snr" Jüan D°meyk0' DiS'uíssimo Consul d0 ga~do Brasil, aqui dignamente representada por seu ilustre Cônsul Sr. Juan Domeiko, bem como testemu- Carissimos colegas e amigos. nhar a nossa gratidão à Sociedade de Arquitetos do Chile pela generosa homenagem com que nos distin- Quiz a generosidade de Eduardo Kneese de Mel- guiu. Io que se realisasse esta carinhosa reunião para a en- Tenho dito A