aprender. E' preciso que nunca casa popular, criando facilidades esforços de outros setores da ati- julgue que esta ou aquela solução mormente, no que diz respeito ao vidade humana. Considerando a é a última palavra sobre tal ou financiamento, pois "o dinheiro falta absoluta que temos de um qual assunto. baratp é a pedra angular de qual- conhecimento objetivo do Brasil e £s . quer plano de casas populares". da situação real de seus p-roble- Sobre o mesmo assunto, o ensi- mas_ Con£iderando que a orga- no da arquitetura sugeriu o Con- s6bre a casa popular, a decisão nização das coletividades deve gresso que os cursos ticassem or- mais importante é a que diz que visar, fundamentalmente o bem ganizados assim: curso básico, a casa popular deve ser alugada estar do homem, conclue: é im- curso de extensão e curso de aper- e nao vendida- Para os menos periosa a necessidade da realiza- leiçoamento. favorecidos é muito mais interes- çoãde um amplo levantamento das Destaquemos agora das resolu- sante pagar um aluguel módico condições atuais do país, proce- cões do Congresso as mais im- p'c'r uma b0a casa do ^ue uma dendo acuradamente analises re- pcrtantes sobre os' diversos Itens alta amortização de uma casa gionajs do território brasileiro. Havendo as comissões e o plenário. própria. O Estado tem o dever de planejamento da organização ge- de um modo geral tido muito proporcionar habitação higiênica e rai do país do ponto de vista eco- cuidado em evitar o 'supérfluo e o agradável a todos mas daí nao nomico, de forma a que venhamos redundante quasi que tudo é se deve naturalmente inferir que o produzir tudo aquilo que seja eco- igualmente importante. Estadodevedarcasaspropnas_ato- nomicamente aconselhável. & ^ dos. OMpontobasiclodla/queistao.no Sobre o item "a", Urbanismo — entanto, é o seguinte: si todo o Planejamento da eletrificação problema de arquitetura, foram mundo tem assegurada uma habi- geral do país. formulados alguns considerandos tação decente per toda a vida, muito interessantes: sua e dos seus, que necessidade o equipamento Industrial como haverá de alguém ser dono do ca- base para a evolução da arquite- Que, arquitetura e urbanismo sa em ,que mora. tura — necessidade de um maior constituem uma mesma atividade entendimento entre o arquiteto e que tem por fim fornecer ao ho- Sobre a vida urbana fez o Con- a mTvr.i£>.rio^0 imr. rr.--^ WmS j ^ ™ i ves !HPé com a indústria. A casa mÊ kü rasas m n„ToSoa ^%r^L^r m,, •s&sssrsszsi vos sociais, constituindo isso um Os planos de reestruturação das baratear a casa tornando-a aces- entrave para consecução destes cidades já existentes devem co ¦ sivei a um numero cada vez maior objetivos. limar, sempre que possível, a de habitantes do pais, e uma ten- | sub-divisão em núcleos de vida dencia claramente definida. Es- Que, os problemas de urõanls- própria com densidade de popula- te barateamento só se poderá mo são muito complexos porque ão adequada. cbter através da produção indus- abrangem toda a estrutura geo- trial da Wj^ geralmente conhe- econômica ao país. Quanto ao item "c" O urbanis- cida corno "prefabricação" mo e a arquitetura em face dos Como conseqüência resolveu a ataques aéreos, resolveu o Con- Mesmo no estáeio atual de nc,s creaçao de um centro de estudos eWm condenar a atnai nolítira Mesmo no estagio atuai ae nes- de âmbito nacional oara. estudar gresiO condenar a atual política || arquitetura, consumindo uma SdcTos^robíeS referentes ao j&^KSiiSío ÍS part grande ««««Idade de produtos urbanismo. Tem estes estudos o BH j£f£%^Ss £111 !?dU^ a V& fflBBm objetivo de formar um cabedal nizados pei0 urbanismo moderno os .f^eto* tem de se submeter, de conhecimentos capaz de servir e adotados pela defeza civil muito embora nao colaborem de base a um verdadeiro planeja- concluiu o plenário em suma a no seu projeto, está a exigir, mento, quando os entraves causa- simples aplicação do verdadeiro Jem perda de tempo, uma apro- dos pelos interesses particulares urbanismo resolveria também o ximação como a indústria, ou forem afastados. problema da defeza civil. melhor ainda, a utilização pe- Sobre o item "ib" — A vida urba- A orffanizacõ0 da... coletividades la ^ústria da exper-ência e dos nn habitarão recrearão e traba- ^ organização üa,á coletividades conhecimentos do arquiteto. Pana, naoitaçao, recreação e traoa humanas, fixação do homem nos ra issn ,n concreto tnmnn várias lho resolveu a comissão encarre- núcleos i'ndllstrials e nos núcleos ^o^cõe, dt trf aIm,a?* ,? rfe gada de dar parecer, focalizar ai it „d„ f| t vesohvçoes^ dentre as quais a de com ma:s intensidade, o aspeto da de,3pertou grande interesse pelo fund'arJm °rga0 de fstud'f teT vida urbana! imajisí prefludícadQ alcance na vWa. nacional As nic°s formados F°r elementos da atUalm^Z^ntPhfSÇ^a°Sa atividades humtnaTsão muito tad«stoia> *». RH ** M SularrPCmdesL?ouanoCeT precariamente organizadas ou no og^, assocaçoes de engenhei- tanto, dos outros astpétos. pois na0 o sao de todo. Desta aprecia- cemo se sabe os problemas ur- ?ão não excluimos as capitais. vimos assm muito de afogadi- bance não se resolvem cada um Urg!a, portanto, estabelecer nor- lho> oomo permite 0 espaço de de por si- ma-s 'básicas Para o futuro. que disp0mos, os tópicos princi Em linhas aerais foram estas as Oonrderando que a organização Pa^ das resoluções do 1.° Con conclusões sobre 1> Sito da* coletividades humanas não gresso Brasileiro de Arquitetos. se coloca exclusivamente no se- Foi uma bela jornada cívica o Cabe ao governo Federal orien- tor de responsabilidade do arqui- que poderia ter sido apenas um tar todos os esforços relativos a teto, exigindo a conjugação de conclave profissional.